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Ha algum tempo

Novos amigos : a força de se conectar Há tempos ela não escrevia, mas sentiu vontade de voltar a colocar seus pensamentos no papel. Para quem vive na solidão , fazer novos amigos pode ser uma experiência transformadora. Conhecer pessoas com ideias diferentes, gostos diversos e histórias únicas nos ajuda a compartilhar tanto tristeza quanto alegria . Poder desabafar é uma forma de se libertar da solidão ; ter alguém que nos ouça, que nos entenda sem apenas criticar, que ofereça opinião quando pedimos ou simplesmente console , faz um bem imenso à alma. Novas amizades também ampliam a visão de mundo. Cada pessoa tem um jeito diferente de ser, pensamentos e experiências distintas, e isso nos ajuda a perceber que não estamos sozinhos em nossas dificuldades. Nem tudo é perfeito: novas amizades podem trazer decepções, por isso é preciso estar atento. Conhecer alguém verdadeiramente leva tempo, mas existem pessoas que cativam desde o primeiro momento, trazendo uma sensação de familiaridade c...

Ela ama crianças

 A paixão de Marina pelas crianças Quem vê Marina brincando com uma criança pode achar que ela é mãe ou professora, mas na verdade é o amor e a dedicação que a definem. Ela adora cuidar, ensinar e se conectar com os pequenos. Atualmente, Marina enfrenta desafios difíceis: depressão , fibromialgia e outros problemas de saúde. Precisa fazer fisioterapia e deseja muito melhorar para poder servir ao próximo de alguma forma. Seu sonho é voltar a ser babá, cuidar das crianças, porque isso a faz verdadeiramente feliz. Ela pede a Deus força e acolhe as orações de todos que visitam seu blog e se conectam com as histórias que escreve. Marina deseja a todos um ótimo dia, cheio de carinho e esperança. ❤

Falta você!

Mãe, sinto sua falta. A dor é profunda, muita dor. Fiz tudo que pude, dei meu melhor. Quando percebi que não conseguiria cuidar de você por minha própria saúde, deixei que fosse cuidada com conforto, com o carinho que merecia. Mas dói… dói saber que você não está mais aqui. Eu queria perdoar você por não ter sido carinhosa comigo. Tudo que sempre quis foi o seu amor. Te amo até o infinito. ❤

Judiação

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O amor de Marina pelos animais Existem pessoas sem coração, sem sentimento, que pegam um bichinho e o abandonam na rua como se fosse lixo. Mas Marina não os procura; são eles que a encontram, pedindo ajuda. Ninguém quis socorrê-los, ninguém os resgatou… e aos poucos foram ficando com ela. Hoje, ela cuida de quatro animais: um macho castrado, que também foi adotado, e três lindas fêmeas. Ela faz o possível para alimentá-los e cuidar deles. Fácil? Não, de jeito nenhum! São umas “cavalonas”, comem demais e exigem atenção. Marina agradece a Deus por eles terem cruzado seu caminho. Caso contrário, o destino deles seria a rua, a fome, o frio e, infelizmente, a morte.  

irmão

O encontro de Laura com o irmão Hoje, Laura viu o irmão pelas ruas. Ele estava sujo, usando uma máscara cheia de sujeira, muito magro e abatido. Ao encontrá-lo, ela caiu em lágrimas, abraçou-o e desejou tudo de bom para ele. Laura sente uma dor profunda na alma e no corpo. Seu irmão voltou ao vício, andando pelas ruas e pedindo esmolas para sustentar o consumo de drogas. Ela lembra da promessa feita à mãe falecida de cuidar dele, mas sente que perdeu as forças para ajudá-lo. Com fé, Laura ora: “Deus, abençoe-o e livre-o de todo mal, mesmo que ele tenha se afastado de mim”. Ela termina o encontro com o coração pesado, mas cheio de amor: ama seu irmão profundamente. 😢

Cansada

Hoje ela está extremamente cansada. Sente muita dor no corpo e já nem sabe mais o que pensar sobre a própria saúde. A cada dia que passa, acredita ter menos tempo nesta terra, mesmo depois de tantos exames realizados. Confessa que sente medo dos resultados. As dores que carrega a fazem apenas pedir a Deus que elas cessem, ainda que isso signifique o fim. Por causa desse sofrimento, afastou-se de tudo e de todos que ama, pois não quer dividir esse peso com eles. Acredita que não seria justo. Atualmente, está com a tolerância zero. A única coisa que ainda lhe traz prazer é escrever e assistir lives. Deseja, do fundo do coração, que tudo dê certo e que consiga voltar a ser aquela pessoa ativa, que corria de um lado para o outro, que conversava, brincava e era carinhosa. Reconhece que está difícil para as pessoas que convivem com ela, mas também está muito difícil para si mesma. Por isso, pede orações. 😔🙏

FIBROMIALGIA

Se você ama alguém com fibromialgia A fibromialgia é uma condição crônica e invisível que provoca dores intensas e generalizadas. Conviver com ela não é fácil, e compreender o que uma pessoa com fibromialgia enfrenta diariamente pode transformar a forma como familiares, amigos e colegas a apoiam. Dores constantes e imprevisíveis Quem tem fibromialgia sofre com dores severas, que podem mudar de intensidade a cada hora ou dia. Essa imprevisibilidade faz com que muitas vezes seja necessário cancelar compromissos de última hora — algo que causa frustração tanto em quem sofre quanto nas pessoas ao redor. Aceitação e limites Viver com fibromialgia exige aprender a aceitar as limitações do corpo, e isso não é fácil. Não existe cura para a condição, apenas tratamentos para aliviar os sintomas. A cada dia, é preciso equilibrar forças para enfrentar a dor e evitar situações de estresse, que podem piorar os sintomas. A doença invisível Ainda que pareça estar bem, a pessoa com fibromialgia quase s...

um sonho realizado

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  Foi um sonho realizado para ela ter uma cozinha linda e totalmente renovada. Ela amou cada detalhe e agradece de coração a todos que participaram desse projeto. A contribuição de cada um foi essencial para que esse sonho se tornasse realidade. Tudo foi feito com muita dedicação, cuidado e perfeição, tornando essa conquista ainda mais especial para ela.

Minha filhota cresceu

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 Ela cresceu. A menina que um dia correu pelos cômodos da casa agora se apresenta com passos mais firmes, olhar curioso e sorriso discreto. Cada gesto seu carrega memórias e pequenas histórias, que se entrelaçam com o cotidiano da família . Ao seu lado, o gatinho tornou-se companheiro silencioso de aventuras e confidências. Olhos que se encontram, patas que se apoiam no braço, gestos que não precisam de palavras para traduzir afeto. A presença dele é uma extensão do cuidado, do carinho, da ternura que floresce em cada instante. A menina cresceu, mas a essência permanece: a mesma curiosidade, o mesmo amor pelos pequenos detalhes da vida. E a cada dia, ao lado do gatinho ou na descoberta de novas experiências, ela ensina que crescer é também aprender a valorizar o simples, o afeto, a companhia verdadeira.  

Tristeza

A tristeza que invade A tristeza invade sua alma. Ela não sabe se será forte o suficiente para aguentar. Suas pernas já não permitem andar normalmente; ficar pouco tempo em pé é uma tortura. O choro e as lágrimas tornaram-se constantes em sua vida. A desilusão , a sensação de viver apenas por viver, os traumas e as perdas — tudo parece impossível de lidar. E assim, a tristeza se instala em seu ser. Ela não quer mais acordar, a não ser que tudo seja apenas um pesadelo e que sua saúde volte a ser como antes. Cada dia que passa lhe traz lembranças dolorosas , momentos marcantes de tristeza, como se não houvesse espaço para alegria ou paz. Pergunta-se onde está a paz que tanto almejava. As dores nas articulações , os joelhos que estalam , a fraqueza interior vão tomando conta dela dia após dia. Ela tenta ser forte, mas muitas vezes sente que desiste. Não se reconhece mais no próprio corpo e na própria vida.

Mais de 15 anos...

Viver em meio à tensão: um relato de família O sofrimento começou dentro de casa. Foram mais de quinze anos vendo os filhos crescerem em meio a constantes brigas e xingamentos da avó. A mãe dela vivia praguejando os próprios filhos e brigando com todos, sempre em busca de um afeto que parecia nunca chegar. Ela, como mãe e cuidadora, tentava equilibrar a situação, protegendo a família das explosões de raiva e insultos. As discussões eram constantes e carregadas de palavrões e pragas. O corpo podia sair de casa, mas a mente permanecia presa à tensão, aos conflitos e ao desgaste emocional . A mãe era extremamente materialista e sempre preocupada com dinheiro. Ia e vinha da cidade diariamente, causando escândalos que vizinhos ouviam e comentavam. Desconfiada de tudo, ela constantemente insultava a filha, chamando-a de preguiçosa por não acompanhá-la em idas repetidas ao centro da cidade. Além disso, mantinha comportamentos prejudiciais: buscava atenção em relacionamentos instáveis, compra...

VICIOS...

Quando o vício retorna: a dor de perder e recomeçar Depois de um acidente grave, ele conseguiu se recuperar fisicamente. Mas, apesar de sobreviver ao trauma, nunca mais foi o mesmo. As mudanças no corpo e na mente marcaram sua vida, e infelizmente, o vício voltou a dominar seu caminho. Ele deixou quatro filhos para trás e a mãe deles, que já havia partido para junto de Deus 😭. A dor de perder uma referência materna, somada à ausência de um pai presente, cria um vazio difícil de descrever. Para quem fica, acompanhar essa trajetória é um desafio diário. Cada recaída é uma mistura de preocupação, tristeza e impotência. É difícil aceitar que o amor e os cuidados muitas vezes não são suficientes para salvar quem se perdeu no vício. Mas mesmo em meio à dor, há lições de resiliência . A vida continua, e é preciso encontrar forças para seguir em frente, cuidar de quem permanece e manter a esperança de que mudanças podem acontecer, mesmo que lentamente. Este relato é um lembrete de que o víc...

A grande decisão

Amor que acolhe: cuidar de quem precisa Após o falecimento do padrasto, a mãe dela ficou sozinha em uma casa que nem era realmente sua, cuidando do irmão, que ainda se recuperava de um grave acidente. Diante dessa situação delicada, ela tomou uma decisão de coragem: acolhê-los em sua própria casa, oferecendo abrigo, segurança e cuidado. Mesmo já tendo responsabilidades com sua própria família, ela não hesitou. A vida não era perfeita — havia cansaço, tarefas diárias e desafios constantes — mas ela manteve o compromisso de cuidar de todos ao seu redor. Passava os dias ajudando as crianças, incluindo seus sobrinhos, e dedicava tempo ao aprendizado delas. Sempre apaixonada por ensinar, encontrava alegria em ensinar as crianças a ler, transformando o conhecimento em um gesto de amor. Cuidar de quem amamos nem sempre é fácil. É um ato de paciência, força e resiliência. Ela enfrentava o cansaço físico, a preocupação com a saúde do irmão e as demandas do dia a dia, mas ainda assim encontrava ...

Mulher

  Mulher guerreira : trabalho, família e desafios que moldam a vida Ela sempre foi uma mulher guerreira, trabalhadora e honesta. Assim que chegou do Sul, encontrou emprego rapidamente e não perdeu tempo: o trabalho era sua prioridade. Muitas vezes, levava a filha junto, pois não havia tempo para reuniões escolares, festinhas ou qualquer outro evento social. A vida dela era de dedicação total à família e ao trabalho, deixando pouco espaço para momentos de lazer. A vida familiar não era fácil. Ela sofreu muito com os três filhos que se afundaram no vício. Estava constantemente dividida entre preocupação e disciplina. Ao mesmo tempo em que se angustiava com a situação deles, precisava cobrar responsabilidades e exigir que arrumassem formas de se sustentar. Esse equilíbrio delicado criava um ambiente de tensão constante, mas mostrava sua força e determinação em manter a família unida. Depois de muitos relacionamentos frustrados, ela se casou com um homem que já era avô de uma criança q...

Amor de mãe

Crescer, lutar e proteger: uma história de coragem Ela nasceu em Curitiba , mas ainda criança, aos 8 anos, foi levada da casa da avó, Dona Helena , que cuidava dela após a separação dos pais quando tinha apenas 3 anos. A avó foi seu porto seguro durante a infância, proporcionando momentos de carinho e estabilidade. A adolescência, no entanto, trouxe grandes mudanças. O irmão mais velho, Rafael , a levou para morar em São Bernardo do Campo , no bairro Vila Marinho , onde passou seus anos de crescimento e descobertas. Aos 15 anos, engravidou de seu primeiro filho, Lucas , e precisou interromper os próprios sonhos para assumir responsabilidades de mãe precoce. Ainda morando em Santo André com a mãe, Maria , e o padrasto, João , enfrentou enormes desafios, equilibrando cuidado familiar e necessidades pessoais. Aos 16 anos, decidiu se mudar para São José dos Campos , levando Lucas e a sensação de desamparo. Encontrou alguém que a ajudou naquele momento, mas também passou por noites e dias d...

REFLEXÃO

Reflexões de uma vida marcada pela dor e pela luta Ela já viu seus filhos crescerem e agora é avó. Prestes a completar 43 anos, sente o peso do tempo e das escolhas que não conseguiu realizar ao longo da vida. Aqueles sonhos que um dia foram tão importantes agora parecem ter se perdido, e a expectativa de vida, de um futuro diferente, parece distante. Vive de remédios, mas a situação se tornou difícil. O custo dos tratamentos aumentou e a sensação de que não consegue mais depender deles a assusta. Por outro lado, as dores diárias continuam presentes, lembrando que a vida ainda exige resistência. Ela lembra que, antes dos remédios, a dor era ainda pior, mas isso não diminui a sensação de estar presa em sua própria vida. Essa reflexão mostra a complexidade de quem vive com dor crônica e limitações. Ela busca opiniões, compreensão e apoio, algo que pode oferecer algum alívio ou perspectiva em meio às dificuldades. A sensação de estar presa não é apenas física, mas também emocional e exist...

Desanimo

Quando o desânimo se instala: a luta diária contra o cansaço e a dor Ela se sente completamente desanimada. Recentemente, chegou ao ponto de desfazer seu grupo e desistir de projetos que antes davam sentido à sua rotina. O desânimo tomou conta de sua vida, transformando cada dia em apenas “viver por viver”. Trabalhar, comprar remédios e cuidar da casa se tornaram tarefas cada vez mais difíceis . A sensação de incapacidade a acompanha constantemente, e a vida parece exigir mais do que ela consegue oferecer. Mesmo querendo ajudar, sente que não consegue mais oferecer suporte à própria casa, e isso gera frustração e tristeza . Esse relato mostra como o desânimo e a exaustão podem consumir alguém que enfrenta desafios diários, principalmente quando a dor física e emocional se tornam constantes. A luta diária não é apenas contra tarefas externas, mas também contra a sensação de impotência e cansaço profundo que acompanha tantas pessoas em situações semelhantes.

Mudanças

Uma vida de mudanças, dor e superação Ao longo dos anos, a vida dela passou por muitas mudanças. Em outubro, perdeu a mãe, e em novembro, o irmão, usuário de crack, deixou a casa após 10 meses de internação — sem que isso tivesse trazido a recuperação que se esperava. A perda da mãe trouxe uma dor profunda, que se somou a outras tantas, a ponto de levá-la à hospitalização, com diagnóstico de depressão e fibromialgia. A fibromialgia é uma doença invisível, marcada por dores que atingem até as fibras do corpo, e que se conecta à dor da alma. Em dezembro daquele ano, ela iniciou um tratamento multidisciplinar, com acompanhamento de psiquiatra, neurologista, reumatologista e psicólogos. Apesar do progresso, os remédios são caros e o esforço diário continua. Ela trabalha em casa, cuidando de duas crianças, que considera uma bênção e que trouxeram novo sentido à sua vida. Antes disso, vivia em sofrimento constante, chorando e reclamando das dores que pareciam intermináveis. Hoje, graças aos ...

A alma chora

A tristeza que habita a alma A tristeza que existe dentro dela faz chorar a alma. A vontade de lutar, que um dia foi forte, fica bloqueada, quase impossível de ser acionada. A esperança de que tudo vai mudar se torna pequena, quase invisível. O que resta, muitas vezes, é apenas o desejo de chorar. Ainda assim, ela acredita em Deus , que lhe dá forças para continuar, mesmo que não siga uma religião formal . Para ela, Deus habita no coração, oferecendo um fio de força e fé em meio à escuridão. Existem momentos em que se sente disposta, com pensamentos fortes e a vontade de tomar decisões importantes. Mas essas sensações passam como um furacão , e, quando se dissipam, só ficam as cinzas e a escuridão, lembrando que a luta diária não é apenas física, mas também emocional e espiritual.

gatas

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gatinhas Kill e Kin