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Triste está

Ela se perguntava como não se sentir triste diante da fibromialgia , que lhe causava dores em todo o corpo todos os dias. A visão, cada vez pior, não tinha cura, e aceitar essa realidade era extremamente difícil. Ainda assim, encontrava motivos para agradecer: pelos filhos, pela comida na mesa, pela casa que tinha, e até pela pouca visão que lhe restava. Mas, por mais gratidão que sentisse, era impossível não se sentir triste. Não podia trabalhar e mal conseguia limpar a própria casa, pois a visão limitada e as dores a impediam de realizar muitas tarefas. No entanto, ela continuava a pedir forças a Deus, rogando para que não desistisse de viver. Sabia que a vida lhe fora dada por Ele, e que apenas Ele tinha o poder de tirá-la.

É bem isso

Nunca se deve desprezar as pessoas que vivem com depressão. A depressão representa o último estágio da dor humana.

Dramatica não

Na consulta com a psicóloga , ela refletiu sobre como o passado guarda tantas informações que o presente mal consegue comportar. Sentia-se esquecida, dolorida, e não apenas no corpo, mas também na alma; havia um vazio que consumia o presente. Tentava se animar, mas pensamentos e dores a levavam ao desânimo total. Já não podia realizar quase nada, e mesmo assim, ainda conseguia levantar-se para fazer algo rápido antes de se deitar novamente. “Que vida é esta, meu Deus? Como pode alguém viver assim?”, perguntava-se. A solidão e a tristeza eram intensas, e ela suplicava por misericórdia . Buscava uma saída, mas não a encontrava. Médicos a confundiam, e mesmo após a consulta com a ortopedista, que confirmou o diagnóstico de fibromialgia , a sensação de impotência persistia. Ela apenas queria ser feliz, sentir alegria novamente e sonhar. Mas os sonhos pareciam distantes, quase desaparecidos.

Sera destino

Um rapaz de 17 anos conheceu uma menina de 13 e a seguiu de bicicleta, pedindo um beijo enquanto ela o ignorava. A menina mudou-se para outra cidade, e o tempo passou. No aniversário do rapaz, ele foi até a menina e conseguiu apenas alguns beijos, já que ela era apaixonada por outro e o usava para provocar ciúmes no seu pretendente. O rapaz voltou para sua cidade profundamente apaixonado por ela. Anos depois, aos 15 anos, a garota ficou grávida e completamente sozinha, sem apoio. Por diversos motivos, deixou a casa da mãe e foi morar na residência do irmão, na cidade onde o rapaz vivia. Um dia, eles se reencontraram. Foram ao centro da cidade, tomaram uma cerveja em um bar, e mais um beijo aconteceu. A garota só queria construir uma família, já que agora tinha um filho, e insistiu em um relacionamento sério. Eles passaram a viver juntos na casa do irmão dela, depois na casa da mãe dele. Ele aceitou a garota e o filho, mesmo contra a vontade da mãe e de sua chefe na época. Começaram com...

Amor

O amor é realidade, cuidado e proteção. É importância, presença, convívio mútuo; é se doar inteiro. A paixão , por outro lado, é avassaladora. É desejo e prazer. Faz as mãos suarem, as pernas tremerem, e o coração palpitar. O pensamento não para. Quando a paixão acaba, o amor pode esfriar e a relação ficar vazia. Por isso, o amor deve sempre vir acompanhado da paixão, mas também do carinho e da atenção. Quem não sonha em ter alguém que traga os dois juntos: amor e paixão ? Eles devem caminhar lado a lado. O que dá início a um namoro é a paixão, a atração inicial que não deixa a mente descansar. Mas a paixão sem amor pode ser perigosa , levando alguém a perder a cabeça. Muitas pessoas confundem amor e paixão, quando, na realidade, somente a união das duas pode sustentar uma relação saudável.

6 meses

Após seis meses de tratamento para o estômago e esteatose hepática grau 1 , tomando medicamentos diariamente, ela ainda sentia dores e a gordura no fígado permanecia. Em apenas dois meses, seu peso subiu de 74 kg para 93 kg, aumentando sua tristeza diante das dificuldades enfrentadas. Depois de um dia de faxina , sentia-se extremamente cansada. No sábado, seria internada para realizar endoscopia e colonoscopia . A ansiedade era grande, e ela esperava que houvesse algum progresso no tratamento, pois já estava enjoada com tantos remédios.

perguntas que nunca serão respondidas

Na primeira gravidez, aos 15 anos, ela viveu uma gestação saudável, mas conturbada. No início, sua mãe queria que ela abortasse, e ela resistiu às piadas, ao desprezo e à vergonha de estar grávida tão jovem, vivendo em casas alheias e até separada na igreja por conta da gravidez. Foi um período extremamente difícil. Com o tempo, sua mãe aceitou a situação e até a convidou para voltar para casa, mas o padrasto começou a assediá-la, e sua mãe aceitava essa situação horrível. Ela não teve ninguém para segurar sua mão, oferecer carinho ou afeto. No dia do parto, estava sozinha, sem apoio algum. Perguntava-se: por que ninguém a amou? Por que tudo parecia apenas sexo? Por que a solidão? Ela se viu sozinha com uma criança recém-nascida . Apesar de tudo, superou a situação e criou seu filho com a ajuda de seu futuro marido. Aos 18 anos, deu a ele uma irmã, e aos 30, mais uma filha.