perguntas que nunca serão respondidas
Na primeira gravidez, aos 15 anos, ela viveu uma gestação saudável, mas conturbada. No início, sua mãe queria que ela abortasse, e ela resistiu às piadas, ao desprezo e à vergonha de estar grávida tão jovem, vivendo em casas alheias e até separada na igreja por conta da gravidez.
Foi um período extremamente difícil. Com o tempo, sua mãe aceitou a situação e até a convidou para voltar para casa, mas o padrasto começou a assediá-la, e sua mãe aceitava essa situação horrível. Ela não teve ninguém para segurar sua mão, oferecer carinho ou afeto. No dia do parto, estava sozinha, sem apoio algum. Perguntava-se: por que ninguém a amou? Por que tudo parecia apenas sexo? Por que a solidão? Ela se viu sozinha com uma criança recém-nascida.
Apesar de tudo, superou a situação e criou seu filho com a ajuda de seu futuro marido. Aos 18 anos, deu a ele uma irmã, e aos 30, mais uma filha.
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