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Mostrando postagens de outubro, 2021

Sus

Ah, o SUS … onde ter convênio não te salva da burocracia ! 💊 Quer seu remédio de uso contínuo ? Primeiro passe pela enfermeira chefe , depois traga a receita do convênio, depois espere o médico do SUS transcrever… e quem sabe, se a sorte ajudar, receba seu medicamento. Parabéns, Brasil! 👏

Amor à escrita

Ela ama escrever, colocar seus pensamentos no papel, mesmo com medo das críticas. Sempre cuidou das crianças com amor e paciência, e ensinou com carinho quem hoje é adulto. Hoje, cuida de si mesma entre dores físicas e emocionais, remédios e consultas. As tristezas pesam, mas ela tenta melhorar, se fortalecer e reconstruir sua vida. Mesmo cansada, ela acredita que cuidar de si é o primeiro passo para dias melhores. Que Deus abençoe a todos.

Decepção

Ela veio escrever hoje sobre decepção. Quem acompanha o projeto Pai Resgatando Vidas em Manaus sabe do que se trata. Ela começou a assistir desde o Cristian até hoje, pois está viciada em lives e acompanha todos os projetos. Mas, recentemente, ela se sentiu decepcionada. Ficou arrasada e profundamente mexida com o que ouviu da Deia Fernandes no YouTube. Será que tudo o que foi dito é verdade? Ela acredita no projeto, já chorou de emoção e alegria assistindo. Como muitos sabem, ela lida com depressão e toma vários remédios. Desde que começou a assistir, sentia-se melhor: a experiência é engraçada, triste e emocionante — a pessoa vive todos os sentimentos ali. É doloroso imaginar que tudo o que Deia disse seja verdade. Ela pede a Deus que mostre a verdade, pois o mundo está cheio de falsos profetas, armadilhas e surpresas. Muitas pessoas ajudam o projeto de coração. Se pudesse, ela também ajudaria. É bonito ver alguém que chegou sujo e machucado sair limpo, saudável e feliz, com os den...

O corpo reage.

Por mais que tente sair de casa, ela não tem ânimo. Sai apenas para consultas, pois hoje consegue se cuidar um pouco. Confessa que o corpo reage: fica muito cansada e precisa de três dias para se recuperar. Nem sabe como fará fisioterapia. Até um simples banho a deixa exausta, e os afazeres da casa pesam demais. A única coisa que não cansa é a mente, que não para de pensar um minuto sequer. Por isso, ela escreve tudo que vem à cabeça, todas as lembranças que surgem. Teme um dia esquecer de si mesma.

Desistiu de ser professora .

Ela teve um sonho, mas acabou seguindo outro caminho e não conseguiu alcançá-lo. Em 2015, terminou o ensino médio, depois de ter parado de estudar por conta da gravidez do primeiro filho — mas essa é outra história. Ela queria continuar estudando, fez vestibular na Unopar de Jacareí e passou, com boa nota no ENEM e excelente desempenho em dissertação. Mas, naquele momento, tinha outro sonho: tentar ter o menino que queria. O estudo na época custava cerca de 300 reais para a disciplina de Língua Portuguesa , e ela precisou escolher. Pensou: “Vou fazer 30 anos, não vou querer mais filhos depois de 30, então quero meu menino”. Adivinha? Ela engravidou, deixou os estudos de lado, mas nasceu uma menina. E também deixou pra lá. Ela sempre admirou mães que conseguem trabalhar fora e ainda criar os filhos; sabia que não conseguiria conciliar a casa, os filhos e um trabalho — ainda mais como professora. Muitas mulheres dão tanto amor aos filhos dos outros, mas não sobra tempo para os próprios...

1997

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   Um ano em Santa Rosa Em 1997, Mariana deixou sua cidade natal no interior de São Paulo , onde havia nascido e crescido até os oito anos, e decidiu morar no sul do país. Ela, o companheiro e o filho pequeno foram de carona com o irmão mais velho até a casa do pai dela. Chegaram sem nada além de algumas bagagens. A casa era pequena, o frio era intenso, mas Mariana sentia-se feliz. Gostava do sotaque gaúcho , do chimarrão , do churrasco , da convivência com tias e primos. Tinha apenas um filho de quatro anos, mas logo no dia da chegada já viveram uma mistura de dificuldades e alegrias: venderam um aparelho de som para garantir a primeira refeição e, no dia seguinte, o companheiro conseguiu um emprego. Pouco tempo depois, Mariana engravidou novamente. A casa do pai, que já abrigava o irmão mais novo, ficou apertada demais. Sem condições de se manterem ali, ela pediu ao tio para ficar em um quartinho vago. O espaço era pequeno e ocupado por uma enorme mesa que não podia ser reti...

DEPRESSÃO

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  ¹ .   Boa noite a todos! Um tema delicado que merece atenção é a depressão. Para algumas pessoas, ela é como um aprisionamento de todos os sentimentos . Aquela mágoa guardada, que nunca é compartilhada, vai se acumulando com o tempo. Os dias passam, os anos se vão, e de repente já não há mais vontade de estar com ninguém, os sonhos desaparecem e a vida parece perder o sentido. É como carregar o peso do mundo nas costas, esquecendo de si mesmo. Em algum momento, o corpo não suporta mais: as emoções desabam, a mente se fragiliza. Muitas vezes, a recomendação é procurar terapia , mas nem sempre é fácil abrir o coração para um desconhecido. E falar com amigos ou familiares também pode parecer impossível, pois existe o medo do julgamento. No entanto, aos poucos, ao conversar com um psicólogo, essa barreira começa a se desfazer. No espaço seguro da terapia, é possível soltar sentimentos, falar sobre hábitos , manias e reações , sem medo de críticas. É nesse processo que a vida c...

Quem sabe é só hoje.

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   Só hoje, ela não quis sorrir. A mente cheia, a alma marcada. Agradeceu ao Pai pelo pouco, pelo pão, pela casa. Mas havia dias assim: de silêncio, de saudade , de olhos pesados pela noite mal dormida. Só hoje, as lágrimas caíam sem pedir licença. E no vazio infinito, ela escrevia, ela lia, buscando uma luz para seguir vivendo.

FIBROMIALGIA

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 Qual será a dor da fibromialgia ? A dor invisível de Clara Qual será a dor da fibromialgia? Será a dor das lembranças? A dor que não aparece nos exames? A dor que ninguém acredita? Será dor mental ou física? Clara acreditava que fosse um pouco de tudo isso junto. A cada dia, a dor desencadeava outras limitações: peso nos ombros, dificuldade para andar, impossibilidade de praticar exercícios. Surgia sempre uma nova dor, espalhando-se por diferentes partes do corpo. Tudo começou no ano passado. Clara morava no interior de Minas Gerais e foi visitar amigos em Belo Horizonte . Ao voltar, sentiu uma forte dor de cabeça e os dedos dos pés como se alguém os puxasse. Foram várias idas ao hospital, muitos medicamentos, mas nada resolvia. Eventualmente, precisou ser internada, chegando até a UTI, para realizar inúmeros exames e descartar diversas doenças. Depois de tudo, o psiquiatra diagnosticou fibromialgia e depressão profunda , recomendando acompanhamento com psicólogo , psiquiatra e...

Enxaqueca

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 Dias de dor de Ana Faz três dias que Ana está de cama, com uma dor de cabeça intensa. É a enxaqueca causada pela fibromialgia . Basta levantar que a dor já surge, e até pensar nas coisas do dia a dia — contas, problemas, obrigações — provoca desconforto. Ana se conhece bem e sabe que não está bem. Não consegue ir à fisioterapia porque seu corpo não suporta, e sua mente também não colabora. A memória tem falhado: esquece facilmente das coisas e precisa escrever tudo para não se perder. Ela se pergunta: será que mais alguém sente isso? Será que outras pessoas estão passando por uma situação parecida? Ana envia um abraço aos leitores e espera opiniões, dicas ou experiências que possam ajudá-la a lidar com esses dias tão difíceis.

Marina

A história de Marina Muitos podem pensar que Marina não tem muito o que fazer, mas ela cuida da casa e da filha com dedicação. Trabalhou muito ao longo da vida: 22 anos em Campos do Jordão , onde foi babá, cuidou de muitas crianças e aprendeu a ter paciência e ensinar com amor. Cuidou da mãe por mais de 15 anos, enfrentando problemas de saúde complexos, e também apoiou o irmão, que lutava contra a dependência química . Há um ano, sua mãe faleceu, descansando finalmente de tantas doenças. O irmão passou um ano em uma clínica, mas após um mês em casa, voltou ao vício. Foi nesse período que Marina começou a sentir dores intensas: principalmente na cabeça e nos dedos dos pés, que pareciam ser puxados. Procurou o Hospital Santa Clara e precisou ser internada duas vezes. Chegou até a ser levada à UTI , pois a dor de cabeça era tão intensa que nem a morfina a aliviava. Foram realizados todos os exames que seu convênio autorizava, e o resultado indicou três encaminhamentos: psicólogo , psiqui...

Ela ama crianças

 A paixão de Marina pelas crianças Quem vê Marina brincando com uma criança pode achar que ela é mãe ou professora, mas na verdade é o amor e a dedicação que a definem. Ela adora cuidar, ensinar e se conectar com os pequenos. Atualmente, Marina enfrenta desafios difíceis: depressão , fibromialgia e outros problemas de saúde. Precisa fazer fisioterapia e deseja muito melhorar para poder servir ao próximo de alguma forma. Seu sonho é voltar a ser babá, cuidar das crianças, porque isso a faz verdadeiramente feliz. Ela pede a Deus força e acolhe as orações de todos que visitam seu blog e se conectam com as histórias que escreve. Marina deseja a todos um ótimo dia, cheio de carinho e esperança. ❤

Falta você!

Mãe, sinto sua falta. A dor é profunda, muita dor. Fiz tudo que pude, dei meu melhor. Quando percebi que não conseguiria cuidar de você por minha própria saúde, deixei que fosse cuidada com conforto, com o carinho que merecia. Mas dói… dói saber que você não está mais aqui. Eu queria perdoar você por não ter sido carinhosa comigo. Tudo que sempre quis foi o seu amor. Te amo até o infinito. ❤